Mentalidade - Mariana Machado https://www.marianamachado.com Os bastidores da artista, designer e compositora. Os passos de Mariana Machado. Thu, 08 Jun 2023 03:26:20 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.marianamachado.com/wp-content/uploads/2025/10/cropped-mariana-machado-compositora-cantora-musica-avatar-32x32.png Mentalidade - Mariana Machado https://www.marianamachado.com 32 32 Electric Dreams, Black Mirror e Pierre Lévy. O Impacto da Tecnologia na Sociedade Contemporânea https://www.marianamachado.com/electric-dreams-black-mirror-e-pierre-levy-o-impacto-da-tecnologia-na-sociedade-contemporanea/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=electric-dreams-black-mirror-e-pierre-levy-o-impacto-da-tecnologia-na-sociedade-contemporanea Thu, 08 Jun 2023 01:15:05 +0000 https://www.marianamachado.com/?p=1509 Explore conexões entre "Electric Dreams", "Black Mirror" e teorias de Pierre Lévy. Reflita sobre impactos da tecnologia e a era digital em nossa vida cotidiana.

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Explorando os Paralelos

A ficção especulativa tem sido uma poderosa ferramenta para explorar os efeitos da tecnologia na sociedade. Neste contexto, as séries “Electric Dreams”, inspirada nas obras de Philip K. Dick, e “Black Mirror” se destacam como obras visionárias que nos convidam a refletir sobre o impacto da tecnologia em nossa vida cotidiana. Além disso, as teorias de Pierre Lévy sobre a sociedade da informação oferecem uma perspectiva filosófica sobre essas questões.

Philip K. Dick e Electric Dreams

Philip K. Dick foi um dos mais renomados escritores de ficção científica, cujas obras exploraram temas como identidade, realidade e a influência da tecnologia na vida humana. A série “Electric Dreams” traz adaptações de seus contos, explorando narrativas que desafiam nossa compreensão da realidade. Cada episódio de “Electric Dreams” mergulha o espectador em uma jornada repleta de questionamentos sobre a natureza da existência e o impacto das tecnologias avançadas em nossas vidas.

As histórias de Philip K. Dick frequentemente apresentam protagonistas com vidas ordinárias, que se veem confrontados com eventos extraordinários que desafiam sua percepção da realidade. Em “Electric Dreams”, somos transportados para mundos alternativos, nos quais a tecnologia desempenha um papel fundamental na transformação das vidas dos personagens. Essas narrativas nos convidam a questionar a natureza da realidade e a explorar os dilemas éticos e existenciais que nos fazem repensar nossa própria existência.

Black Mirror: Reflexões Distópicas

Enquanto “Electric Dreams” explora o impacto da tecnologia em um contexto mais especulativo, “Black Mirror” oferece uma visão distópica dos efeitos da tecnologia em nossa sociedade contemporânea. A série, criada por Charlie Brooker, apresenta episódios independentes, cada um explorando uma história autônoma com elementos tecnológicos perturbadores, mas que a cada dia, aproxima-se da realidade, distopia à parte.

“Black Mirror” expõe os aspectos sombrios da sociedade altamente conectada em que vivemos, questionando o uso irresponsável da tecnologia e seus efeitos colaterais imprevistos. A série aborda temas como privacidade, dependência tecnológica, inteligência artificial e realidade virtual, oferecendo uma visão provocativa de um futuro não tão distante. Cada episódio de “Black Mirror” serve como um espelho que reflete os perigos de uma sociedade que valoriza a tecnologia acima de tudo.

Pierre Lévy e as Teorias da Sociedade na era da Informação

Pierre Lévy, um dos principais teóricos da sociedade da informação, fornece uma base conceitual para analisar as implicações sociais da tecnologia. Suas teorias enfatizam a importância da inteligência coletiva e da participação ativa dos cidadãos no processo de construção do conhecimento.

Lévy argumenta que a tecnologia está transformando a forma como interagimos e compartilhamos informações, criando uma sociedade cada vez mais conectada. Ele explora conceitos como cibercultura, inteligência coletiva e espaços virtuais compartilhados, nos convidando a refletir sobre como essas transformações afetam nossa percepção da realidade e nossas interações sociais.

Conexões entre Electric Dreams, Black Mirror e as Teorias de Pierre Lévy

Ao traçar paralelos entre “Electric Dreams”, “Black Mirror” e as teorias de Pierre Lévy, encontramos pontos de convergência e divergência interessantes. Embora as obras abordem essencialmente as implicações sociais da tecnologia, cada uma apresenta uma abordagem única.

Em “Electric Dreams” e “Black Mirror”, observamos um interesse comum pela natureza da realidade e como a tecnologia pode distorcê-la. Ambas as séries nos convidam a questionar nossa percepção da realidade e a refletir sobre o papel que a tecnologia desempenha nesse processo. Enquanto “Electric Dreams” mergulha em narrativas especulativas e mais filosóficas, “Black Mirror” adota uma abordagem distópica e frequentemente sombria, revelando os perigos de um uso irresponsável da tecnologia. Cada vez mais, as duas obras aproximam-se assustadoramente dos dias atuais. Vivemos uma linha tênue, entre a distopia e nossos doces sonhos de que a tecnologia não nos torne: menos humanos, mais controlados e menos autênticos.

As teorias de Pierre Lévy fornecem um arcabouço conceitual para analisar os impactos sociais da tecnologia de forma mais ampla. Ele nos lembra da importância da participação ativa e da inteligência coletiva na sociedade da informação. Lévy enfatiza a necessidade de desenvolvermos uma consciência crítica diante das transformações tecnológicas e da criação de espaços virtuais compartilhados que permitam a construção colaborativa do conhecimento.

Reflexões sobre o Futuro

Ao explorar os paralelos entre “Electric Dreams”, “Black Mirror” e as teorias de Pierre Lévy, somos confrontados com questões fundamentais sobre nossa própria existência e o impacto da tecnologia em nossa sociedade. Essas obras nos desafiam a questionar as fronteiras entre a realidade e a ficção, explorando a influência das tecnologias em nossas vidas e em nossa percepção do mundo.

Enquanto “Electric Dreams” nos faz refletir sobre a natureza da existência e os limites da realidade, “Black Mirror” nos alerta sobre os perigos de uma sociedade excessivamente dependente da tecnologia. Por sua vez, as teorias de Pierre Lévy nos convidam a abraçar a inteligência coletiva e a participar ativamente na construção do conhecimento.

O nosso futuro

Ao explorar os paralelos entre “Electric Dreams” de Philip K. Dick, “Black Mirror” e as teorias de Pierre Lévy, somos confrontados com os desafios e as possibilidades que a tecnologia traz para a nossa sociedade. Essas obras nos convidam a refletir sobre o impacto da tecnologia em nossas vidas, destacando tanto os perigos quanto as oportunidades que surgem com o avanço tecnológico.

Conforme avançamos rumo ao desconhecido, é importante lembrar que somos os arquitetos de nosso próprio destino. Devemos nos tornar participantes ativos no processo de construção de um futuro em que a tecnologia seja uma aliada para o progresso humano, em vez de um obstáculo à nossa humanidade. Ao explorar os paralelos entre “Electric Dreams”, “Black Mirror” e as teorias de Pierre Lévy, temos a oportunidade de questionar e refletir sobre nosso papel nessa nova era digital.

Em resumo, as séries “Electric Dreams” de Philip K. Dick e “Black Mirror”, juntamente com as teorias de Pierre Lévy, nos convidam a explorar os paralelos e as divergências entre elas, proporcionando uma visão aprofundada dos impactos da tecnologia na sociedade contemporânea. Ao nos desafiarem a questionar a natureza da realidade e o impacto das tecnologias em nossas vidas, essas obras nos oferecem uma oportunidade única de reflexão e autoconsciência.

Espero que este artigo tenha fornecido uma visão abrangente dos paralelos entre as séries “Electric Dreams” de Philip K. Dick, “Black Mirror” e as teorias de Pierre Lévy. Que você possa continuar explorando e refletindo sobre os impactos da tecnologia em nossa sociedade, promovendo uma relação saudável e consciente com as inovações tecnológicas.

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Descubra a Inspiração Visual: Os 5 Filmes da Netflix que Todo Designer Deveria Assistir https://www.marianamachado.com/5-melhores-filmes-da-netflix-que-todo-designer-deveria-assistir/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=5-melhores-filmes-da-netflix-que-todo-designer-deveria-assistir Sun, 04 Jun 2023 13:00:21 +0000 https://www.marianamachado.com/?p=1137 O mundo do design é vasto e inspirador, com diversas vertentes e formas de expressão. Para os designers, é importante se manter atualizado e encontrar inspiração em diferentes fontes. Uma das maneiras mais acessíveis e convenientes de fazer isso é por meio de filmes. A Netflix, uma das principais plataformas de streaming do mundo, oferece […]

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O mundo do design é vasto e inspirador, com diversas vertentes e formas de expressão. Para os designers, é importante se manter atualizado e encontrar inspiração em diferentes fontes. Uma das maneiras mais acessíveis e convenientes de fazer isso é por meio de filmes. A Netflix, uma das principais plataformas de streaming do mundo, oferece uma seleção diversificada de filmes que podem ser uma fonte de inspiração e aprendizado para designers. Neste artigo, vou sugerir cinco filmes disponíveis na Netflix que todo designer deveria assistir.

1. “Abstract: The Art of Design” (2017)


“Abstract: The Art of Design” é uma série documental que explora o trabalho e o processo criativo de designers de diferentes áreas, como design de interiores, design gráfico, arquitetura, ilustração, entre outros. Cada episódio é dedicado a um designer específico, oferecendo uma visão aprofundada de sua abordagem criativa e das influências que moldaram seu trabalho. Essa série é uma fonte de inspiração e conhecimento para designers que desejam ampliar seus horizontes e entender melhor o mundo do design.

2. “Helvetica” (2007)


“Helvetica” é um documentário que mergulha na história e na influência do tipo de letra Helvetica, um dos designs mais icônicos e amplamente utilizados da história. O filme explora a importância do design tipográfico e como o uso de uma fonte pode afetar a comunicação visual. Para designers gráficos e tipógrafos, assistir a este documentário pode ser uma experiência fascinante e esclarecedora sobre a importância do design de tipos e sua influência na sociedade.


3. “Minimalism: A Documentary About the Important Things” (2015)


“Minimalism: A Documentary About the Important Things” é um filme que explora o conceito de minimalismo e seu impacto nas nossas vidas. Embora não seja especificamente sobre design, esse documentário apresenta ideias que são fundamentais para designers interessados em criar soluções simples e impactantes. O minimalismo é uma abordagem que valoriza a simplicidade, a funcionalidade e a eliminação do excesso. Assistir a esse filme pode inspirar designers a repensar suas práticas e buscar soluções mais eficientes e significativas.


4. “The Pixar Story” (2007)


“The Pixar Story” é um documentário que conta a história do estúdio de animação Pixar, conhecido por filmes como “Toy Story”, “Up” e “Wall-E”. Este filme oferece uma visão dos bastidores da criação desses filmes inovadores e destaca a importância da criatividade, da colaboração e do pensamento fora da caixa. Para designers interessados em animação e narrativa visual, assistir a “The Pixar Story” pode ser uma fonte de inspiração e aprendizado sobre a importância do storytelling e da criação de experiências memoráveis.


5. “The Great Hack” (2019)

“The Great Hack” é um documentário que aborda o tema da manipulação de dados e da privacidade na era digital. Embora não seja especificamente sobre design, este filme é relevante para designers que trabalham com interfaces digitais e experiência do usuário. Ele explora como os dados coletados pelas empresas podem influenciar o comportamento do usuário e levanta questões éticas importantes. Assistir a esse documentário pode ajudar designers a refletir sobre a responsabilidade de criar interfaces que respeitem a privacidade e a integridade dos usuários.

Assistir a filmes pode ser uma fonte valiosa de inspiração e aprendizado para designers. A Netflix oferece uma variedade de filmes que abordam diferentes aspectos do design, desde a criatividade individual até o impacto do design na sociedade. Os cinco filmes mencionados acima, “Abstract: The Art of Design”, “Helvetica”, “Minimalism: A Documentary About the Important Things”, “The Pixar Story” e “The Great Hack”, oferecem perspectivas únicas e podem ajudar designers a expandir seus conhecimentos e a aprimorar suas práticas. Então, reserve um tempo, pegue a pipoca e desfrute desses filmes inspiradores que a Netflix tem a oferecer!

As lições que podemos tirar, como designers


Em resumo, esses cinco filmes oferecem uma variedade de lições valiosas para os designers. Eles abordam aspectos como criatividade, inovação, tipografia, minimalismo, narrativa, ética e impacto social. Ao assistir a esses filmes, os designers podem expandir seus horizontes, aprimorar suas habilidades e encontrar inspiração para criar projetos relevantes e significativos.

1. “Abstract: The Art of Design”:

Neste documentário, os designers podem tirar lições valiosas ao observar a abordagem e o processo criativo de profissionais renomados em diversas áreas do design. Através das histórias compartilhadas, é possível aprender sobre a importância da curiosidade, da experimentação e do pensamento inovador. Os designers podem se inspirar para explorar diferentes formas de expressão, desafiar convenções e encontrar soluções únicas para os problemas que enfrentam em seu trabalho.

2. “Helvetica”:

Este filme explora a história e a influência da icônica fonte tipográfica “Helvetica”. Os designers podem aprender com a simplicidade e a versatilidade dessa fonte, compreendendo como as escolhas tipográficas podem afetar a comunicação visual. Através do filme, é possível refletir sobre a importância da tipografia como uma ferramenta poderosa para transmitir mensagens de forma clara e eficaz. Os designers podem se inspirar para explorar diferentes fontes, experimentar combinações tipográficas e criar identidades visuais impactantes.

3. “Minimalism: A Documentary About the Important Things”

Neste documentário, os designers podem refletir sobre o valor do minimalismo e como aplicá-lo em seu trabalho. A abordagem minimalista enfatiza a simplicidade, a funcionalidade e a eliminação do excesso. Os designers podem aprender a simplificar suas criações, remover elementos desnecessários e focar no essencial. Além disso, o filme aborda a importância de questionar o consumismo desenfreado e buscar soluções mais sustentáveis e conscientes.

4. “The Pixar Story”:

Este filme conta a história da renomada empresa de animação Pixar, destacando sua jornada criativa e seu compromisso com a excelência. Os designers podem aprender com a abordagem da Pixar em relação à narrativa, à colaboração e à inovação. O filme mostra como a paixão pelo trabalho, a perseverança e a busca constante pela qualidade podem levar a resultados excepcionais. Os designers podem se inspirar para criar narrativas envolventes, trabalhar em equipe de forma eficaz e buscar constantemente aprimorar suas habilidades e conhecimentos.

5. “The Great Hack”:

Neste documentário, os designers podem refletir sobre a ética e o impacto social do design. O filme aborda questões relacionadas à privacidade, manipulação de dados e o uso de tecnologias para influenciar comportamentos. Os designers podem aprender a considerar as implicações éticas de seu trabalho, garantir a transparência e a segurança das informações do usuário, e utilizar o design como uma ferramenta para o bem social. Além disso, o filme ressalta a importância de questionar as narrativas impostas e buscar a verdade por trás dos dados e das informações apresentadas.

Esses cinco filmes oferecem uma variedade de lições valiosas para os designers. Eles abordam aspectos como criatividade, inovação, tipografia, minimalismo, narrativa, ética e impacto social. Ao assistir a esses filmes, os designers podem expandir seus horizontes, aprimorar suas habilidades e encontrar inspiração para criar projetos relevantes e significativos.

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Desbloqueie sua Criatividade com o Lado Direito do Cérebro https://www.marianamachado.com/seja-mais-criativo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=seja-mais-criativo Tue, 24 Apr 2018 17:15:00 +0000 Todo mundo pode ser mais criativo? SIM!  A criatividade é uma habilidade inerente a todos nós, mas nem sempre é explorada ao máximo. Muitas vezes, ficamos presos em padrões convencionais e não nos permitimos explorar todo o potencial criativo que possuímos. No entanto, é possível estimular e desenvolver a criatividade diariamente, e uma das maneiras […]

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Todo mundo pode ser mais criativo? SIM! 

A criatividade é uma habilidade inerente a todos nós, mas nem sempre é explorada ao máximo. Muitas vezes, ficamos presos em padrões convencionais e não nos permitimos explorar todo o potencial criativo que possuímos. No entanto, é possível estimular e desenvolver a criatividade diariamente, e uma das maneiras mais eficazes de fazer isso é desenvolvendo o lado direito do cérebro.

Ser criativo é sair do comum, abandonar a mediocridade, e se permitir criar projetos incríveis, seja como Designer, Desenvolvedor ou Empreendedor em qualquer área. Mas como podemos desenvolver essa habilidade? Existem técnicas simples que podem auxiliar nesse processo. Muito neurocientistas, professores de design thinking e até mesmo psiquiatras, já disponibilizam milhares de exercícios pela internet, principalmente através do Youtube. Faz uma pesquisa sobre “Exercícios para o Lado Direito do Cérebro”ou “Como pensar com o lado direito do Cérebro” e você pode substituir “pensar” por qualquer coisa, como Desenhar, Escrever, Pintar, Tocar, Projetar, Planejar, etc.

Uma dessas técnicas é ter sempre canetas à mão para liberar a mente. Parece simples, mas é algo fantástico para relaxar o lado direito do cérebro. Lembro-me do meu pai, que tinha um risque-rabisque no escritório de Advocacia e Contabilidade dele. Em todos os momentos de pausa, ele rabiscava, rabiscava e rabiscava. Quando criança, eu não entendia o motivo, mas acabava copiando o método. Minha mãe, uma artista plástica, fazia o mesmo. Além de pintar e criar diversas coisas, ela também tinha o hábito de rabiscar. Mais uma vez, na época, eu não compreendia totalmente, mas também copiava o método.

Sem que eu percebesse, estava desenvolvendo o meu lado criativo. Segundo meus pais, todas as superfícies da casa tinham meus desenhos, desde a toalha de mesa até a colcha da cama. Essas atividades aparentemente simples e despretensiosas estavam, na verdade, estimulando minha criatividade e desenvolvendo o lado direito do meu cérebro.

Para aqueles que desejam explorar ainda mais sua criatividade, sugiro também, pesquisar na internet sobre o tema “Como relaxar”, “Como ser mais criativo” e “Como desenvolver o lado direito do cérebro”. Há uma infinidade de recursos disponíveis que podem auxiliar nesse processo.

Além disso, gostaria de sugerir um exercício simples e eficiente para liberar a criatividade e desenvolver o lado direito do cérebro: reserve um tempo todos os dias para se dedicar a uma atividade criativa de sua escolha. Pode ser desenhar, pintar, escrever, dançar, tocar um instrumento musical ou qualquer outra atividade que permita que você se expresse de maneira única.

Esse exercício diário ajudará a estimular sua criatividade, a expandir seus horizontes e a descobrir novas formas de expressão. Ao se permitir explorar e experimentar, você abrirá portas para ideias inovadoras e projetos incríveis.

Eu gostei muito deste vídeo do TED, com Andy Puddicombe: Tudo que é preciso são 10 minutos consciente.

https://embed-ssl.ted.com/talks/lang/pt-br/andy_puddicombe_all_it_takes_is_10_mindful_minutes.html

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Validações Virtuais em Ação na Era da Inteligência Coletiva https://www.marianamachado.com/validacoes-virtuais/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=validacoes-virtuais Wed, 14 May 2014 14:54:00 +0000 https://www.marianamachado.com/2014/05/14/validacoes-virtuais/ Validações Virtuais e a teoria de Pierre Levy sobre inteligência coletiva na nova era do conhecimento. Explore o meio virtual e suas possibilidades sem se perder pelo caminho.

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Validações Virtuais? Sim. Na sociedade atual, estamos imersos em um mundo virtual que influencia cada vez mais nossas interações e percepções. Nesse contexto, surge a necessidade de validação, mesmo em um ambiente não físico. A teoria da inteligência coletiva, proposta por Pierre Levy, encontra uma ressonância significativa nessa nova era do conhecimento.

Ocupando o Espaço Virtual: Existência Além da Presença Física

Tradicionalmente, a ciência considerava que ocupar um espaço era a prova de existência. No entanto, a virtualização desafia essa ideia, mostrando que a ausência física não implica necessariamente na inexistência. Em uma comunidade virtual, as interações são impulsionadas por interesses comuns, amizades, rivalidades e afinidades culturais, sociais, sexuais ou intelectuais.

A Cultura Nômade do Espaço Virtual

A comunidade virtual transcende a limitação do corpo no espaço físico. Tudo se desenrola em um espaço virtual, onde a interconexão substitui a unidade de tempo. É uma cultura nômade, onde os assuntos emergem com agilidade e fluidez. Nesse contexto, a sincronização das interações substitui a noção tradicional de espaço.

Novos Critérios de Autoafirmação

Essa nova forma de interagir e se relacionar com o mundo traz consigo a necessidade de validação. Desejamos ser lembrados, receber emails, testemunhos e depoimentos que exaltem nosso intelecto e aparência. Para alcançar essa validação, recorremos a diversas estratégias, inclusive retocando nossas fotos. As prioridades mudaram, deixando de lado a busca por grandes mansões e carros luxuosos para nos concentrarmos em construir um website pessoal e garantir uma conexão em banda larga.

A teoria de Pierre Levy, ao citar o ato de “existir” online, encontra eco nesse contexto de validações virtuais. Reconhecemos a importância desse fenômeno e continuamos a explorar essa corrente de validação, cada vez mais presente em nossas vidas.

Ao compreender a dinâmica das validações virtuais, abrimos espaço para reflexões sobre as transformações sociais, culturais e psicológicas que ocorrem nessa nova era digital. A busca por validação não se restringe apenas ao mundo físico, mas se expande para o ambiente virtual, onde nossas interações e percepções são moldadas de maneira única.

A inteligência coletiva, como proposta por Pierre Levy, ressalta a importância de reconhecer o potencial da comunidade virtual, que se move além dos limites geográficos e temporais. Essa nova forma de interagir e compartilhar conhecimento redefine nossa visão de mundo e oferece oportunidades sem precedentes para conectar-se com pessoas que possuem interesses semelhantes, independentemente da distância física.

No entanto, é crucial lembrar que a validação virtual não deve substituir a validação pessoal e emocional no mundo real. Encontrar um equilíbrio entre essas esferas é essencial para uma vida plena e saudável. A busca por validação deve ser encarada como um complemento, uma forma de se conectar com outros e explorar o potencial coletivo da inteligência humana.

À medida que navegamos nesse universo digital em constante evolução, devemos estar conscientes dos impactos das validações virtuais em nossa autoestima, comportamentos e percepções. É fundamental cultivar relações genuínas, promover o bem-estar emocional e manter uma perspectiva equilibrada em relação à importância da validação virtual em nossas vidas.

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Não somos sonhadores https://www.marianamachado.com/nao-somos-sonhadores/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nao-somos-sonhadores Mon, 06 Aug 2012 18:38:00 +0000 https://www.marianamachado.com/2012/08/06/nao-somos-sonhadores-2/ É verdade caros amigos, não somos sonhadores. Acho que a pior desilusão do designer é quando ele se depara com a dura realidade de reduzir os seus sonhos a produtos e soluções rentáveis. Mas esta dura realidade é por fim a concretização dos nossos esforços, porque afinal, não somos sonhadores. A nossa função está para […]

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É verdade caros amigos, não somos sonhadores.

Acho que a pior desilusão do designer é quando ele se depara com a dura realidade de reduzir os seus sonhos a produtos e soluções rentáveis. Mas esta dura realidade é por fim a concretização dos nossos esforços, porque afinal, não somos sonhadores. A nossa função está para além do sonho.

Cabe aos nossos clientes sonharem, cabe a nós realizar os seus sonhos tornando-os viáveis e antes de mais, acreditar no que fazemos. Não acreditar em sonhos, acreditar em projectos possíveis, realizáveis, sem devaneios, mas ao mesmo tempo, repletos de inspiração e intensidade.

Independente de tudo que estou a expressar, eu sou antes de mais nada uma sonhadora, mas aprendi a sonhar com os pés no chão. Sim é possível.

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Obrigada Steve Jobs https://www.marianamachado.com/obrigada-steve-jobs/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=obrigada-steve-jobs Wed, 01 Aug 2012 15:28:00 +0000 https://www.marianamachado.com/2012/08/01/obrigada-steve-jobs-2/ Quando eu era pequena, sonhava em ter um computador igualzinho aos dos filmes de ficção científica. Nunca vou esquecer do filme Electric Dreams de 1984 e a emoção que senti com aquela super máquina inteligente que controlava uma casa inteira e o coração da mocinha do filme. Sempre quis um computador que fosse rápido e […]

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Quando eu era pequena, sonhava em ter um computador igualzinho aos dos filmes de ficção científica.

Nunca vou esquecer do filme Electric Dreams de 1984 e a emoção que senti com aquela super máquina inteligente que controlava uma casa inteira e o coração da mocinha do filme.

Sempre quis um computador que fosse rápido e que realmente parecesse uma maquina vinda do futuro, de 10 décadas à frente.

Levei 20 anos vivendo uma relação de amor e ódio com os computadores pessoais. Lembro de comprar um Acer preto igual ao do filme Queima de Arquivo e ainda assim não escapei das telas azuis do Windows, também lembro do Sony, Compaq, HP, Toshiba, mas sempre os momentos de frustração sobrepunham a alegria da aquisição do produto, já nem falo do dia-a-dia do uso.

Há alguns anos realizei o sonho de infância, ter uma máquina rápida saída das telonas para a minha mesa de trabalho. Algo que era tão inatingível, hoje faz parte da minha vida como um produto possível.

Não me sinto ainda preparada para falar de Steve Jobs no passado.

Reconheço que chorei.

Trailer de Electric Dreams

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O Poder da Validação (Stephen Kanitz) https://www.marianamachado.com/o-poder-da-validacao-stephen-kanitz/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-poder-da-validacao-stephen-kanitz Wed, 01 Aug 2012 14:54:00 +0000 https://www.marianamachado.com/2012/08/01/o-poder-da-validacao-stephen-kanitz/ Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes, nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação […]

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Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super confiantes simplesmente disfarçam melhor.

Não escapam pais, professores, chefes, nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça já tenha sido encenada 500 vezes.

Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o Ator relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada artigo que escrevo e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam. Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros.Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir essa insegurança? Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera. Segurança depende de um processo que chamo de “validação”, embora para os estatísticos o significado seja outro.

Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor. Todos nós precisamos. Ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição. Você sempre será um “ninguém”, a não ser que outros o validem como “alguém”. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: “Você tem significado para mim”.

Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz:”Gosto de você pelo que você é”. Quem cunhou a frase “Por trás de um grande homem existe uma grande mulher” (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar. Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a própria insegurança que não temos tempo para sair validando os outros. ESTAMOS TÃO PREOCUPADOS EM MOSTRAR QUE SOMOS O “MÁXIMO” que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o é “MÁXIMO”.São ELES.
Adulamos a quem não gostamos e esquecemos de validar aqueles que admiramos. Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o “ter” e não o “ser”. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se ou dominar os outros em busca de poder. Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos. Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão polegar para cima, um “valeu cara, valeu”. Por isso, ESTOU VALIDANDO VOCÊS AGORA.

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A sociedade e a cultura no ciberespaço https://www.marianamachado.com/a-sociedade-e-a-cultura-no-ciberespaco/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-sociedade-e-a-cultura-no-ciberespaco Wed, 01 Aug 2012 14:52:00 +0000 https://www.marianamachado.com/2012/08/01/a-sociedade-e-a-cultura-no-ciberespaco/ Começa-se a viver uma nova era, onde a palavra de ordem agora é ‘existir’. Com o passar dos anos assistimos uma grande transformação do comportamento social dentro do CiberEspaço. Nos idos de 1994, ninguém tinha nome, idade ou rosto. A palavra de ordem era “nickname”. A escolha certa do pseudónimo definiria o rumo das conversas […]

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Começa-se a viver uma nova era, onde a palavra de ordem agora é ‘existir’.

Com o passar dos anos assistimos uma grande transformação do comportamento social dentro do CiberEspaço.

Nos idos de 1994, ninguém tinha nome, idade ou rosto. A palavra de ordem era “nickname”. A escolha certa do pseudónimo definiria o rumo das conversas e a sua comunidade.
As pessoas ‘conversavam’ por afinidade de ‘nicks’ que passaram a ter uma conotação de ‘slogans’. Uns escolhiam ‘apelidos’ ousados como ‘Princesa 69’, outros temáticos como ‘Batman’. Homens feitos encarnavam-se em mulheres liberais e meninhas passavam-se por ‘mulheres de 30’. Não tenho interesse em julgar a solidão de uns, fetiches ou frustrações de outros e sim, fazer uma abordagem informal da transformação social e cultural de uma sociedade ansiosa por conhecimento. Factor característico e um advento da globalização.

As empresas enxergaram na web a oportunidade em reduzir custos e captar novos clientes. O estado viu a necessidade de expor seus orçamentos, planos, projectos e etc. A sociedade neste momento proactiva passou a exigir uma postura rígida dos que regulamentavam a web. Surgiram as leis anti-span, de protecção ao conteúdo e marcas digitais entre outras. Mas a internet necessitava de normas mais rígidas, regras, legislação própria, segurança, principalmente para proteger os bens (bancos e lojas virtuais) e os conteúdos (institucionais, técnicos e jornalísticos). As comunidades web e a rede composta por usuários hipotéticos (muitos anti-éticos) passou a considerar a ‘responsabilidade electrónica’ e a ‘Legislação Informática’ imprescindível para o seu futuro e sua existência. A legislação Informática por não acompanhar a velocidade dos avanços tecnológicos deu origem a um novo conceito, o ‘CiberDireito’ e com ele novas profissões urgem como ‘CiberAdvogados’ e ‘CiberDelegados’.

Com ajuda da legislação informática e dos termos de contratos que protegem as empresas prestadoras de serviços on-line, o usuário disponibiliza aos órgãos regulamentadores, todas as suas informações e os seus passos, supostamente fornecidos em sigilo. Obrigatoriamente passou-se a ter moradas, telefone, número de contribuinte etc., horas de acesso, rastreamento de IPs e todos os dados dantes sigilosos, hoje por questão de ordem, são de livre acesso aos órgãos que regulamentam a teia.

Foram implementadas leis, obrigatoriedades, aplicações web, softwares e hardwares, que juntos tentam transformar o CiberEspaço em um ambiente “de família”. Mas não obstante a isto, a máfia virtual também tornou-se mais forte e organizada. Patrocinada pelo tráfico de armas, drogas e redes de prostituição, sejam no mundo real ou no virtual, vencem com distância os ‘bem intencionados’.

Ainda que estejamos nessa corda bamba da insegurança no mundo virtual, como foi dito, chegamos a época do “Real Name”, até parece um paradoxo, mas todo mundo quer existir de ‘verdade’ na internet. Ninguém quer deixar de aparecer nos motores de busca ou nas comunidades. Os usuários não querem ser considerados virtuais, nem meros ‘nicknames’. O número de telefone, coisa rara de se encontrar há anos atrás, hoje é divulgado quase que abertamente. As pessoas acreditam nas aplicações web e nos sistemas de segurança dos seus provedores de serviços. De repente todo mundo passou a reconhecer de longe um indivíduo que não merece confiança, basta que este não declare os seus dados reais. Antes, viveu-se a irrealidade impressionante da ‘febre dos pseudónimos’ e dentro desta irrealidade teclava-se com totais desconhecidos sem noção sequer dos seus nomes. Acredito que esta mudança de cultura foi o maior ganho para a sobrevivência da web. Acho que chegamos ao momento de viver algo definido por Levy como inteligência Colectiva, onde ele diz:

“a base e o objectivo da inteligência colectiva são o reconhecimento e o enriquecimento mútuo das pessoas, e não o culto de comunidades fetichizadas ou hipostasiadas.”

O que aconteceu com a internet até hoje, foi previsto. Em livros como ‘O que é virtual? (Levy)’ e ‘A Rede (Cebrian)’ podemos ver conceitos que pareciam irreais serem confirmados com o passar do tempo, inclusive as mudanças sociais e culturais ocorridas, eles já haviam destacado como sendo imprescindível e o alicerce que manteria a rede viva.

Termino com uma frase de Cebrian: “Da mesma forma que as redes de energia eléctrica, as estradas, as pontes e outros serviços constituíam a infra-estrutura de nossas velhas economias baseadas na indústria e na exploração dos recursos, a rede está se convertendo na infra-estrutura de uma nova economia do conhecimento”.

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A pessoa é para o que nasce https://www.marianamachado.com/a-pessoa-e-para-o-que-nasce/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-pessoa-e-para-o-que-nasce Wed, 01 Aug 2012 14:51:00 +0000 https://www.marianamachado.com/2012/08/01/a-pessoa-e-para-o-que-nasce/ Como as irmãs mesmo dizem, “A pessoa é para o que nasce e tem que cumprir com o Destino que Deus dá”. Há alguns dias, estava a ver o ‘Fantástico’ na Globo, e me deparei com uma verdade absoluta. “A pessoa é para o que nasce”, onde relatava a história de vida de três irmãs […]

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Como as irmãs mesmo dizem, “A pessoa é para o que nasce e tem que cumprir com o Destino que Deus dá”.

Há alguns dias, estava a ver o ‘Fantástico’ na Globo, e me deparei com uma verdade absoluta. “A pessoa é para o que nasce”, onde relatava a história de vida de três irmãs cegas que cantavam ‘Repente’. A historia era dita quase que em forma de conto, as três irmãs eram renegadas por todos, eram tratadas como bichos desde o acto do nascimento.

A mãe delas, uma pobre coitada também, tinha caído no ‘pecado’ de se casar com um primo (Facto esse castigado no nordeste do Brasil) e a partir disto ela passou toda a sua vida sendo punida por todos e segundo ela por ‘Deus’ pelo seu acto falho.

As três irmãs, nascidas do pecado, traziam consigo uma deficiência que iria persegui-las por toda a vida, além da doença em ser pobre e indigente, sem possibilidades de estudo ou de aceitação na sociedade, todas elas, as três, CEGAS. Ninguém merecia tamanha cruz. Não bastando este sofrimento e legado, as irmãs perderam os filhos que tentaram por no mundo, nasciam mortos ou morriam a seguir. O inimaginável é ver aquela história não ser uma sinopse de filme e sim uma história real.

Mesmo não tendo porque serem felizes, elas são. Segundo elas por terem-se entre si e terem muito amor no coração. Para elas isso é a lotaria.

Não obstante a felicidade em seus corações, elas nasceram dotadas de uma inteligência musical que vai da harmonia ao improviso, que não meramente as faziam compor boas musicas, mas modificar a vida das pessoas e emocionar muitos famosos. Transformaram-se em um ícone da sua cidade natal, a mesma que as tratou por bicho e hoje são a inspiração de cineastas, novelistas, fotógrafos e pessoas como eu.

Afinal, para o que nascemos, qual a nossa missão?
Não podemos ser tristes, a vida é linda e as pessoas são maravilhosas.São muitas as minhas dúvidas, espero poder descobrir antes do fim.

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Blog – Vômito de Palavras https://www.marianamachado.com/blog-vomito-de-palavras/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=blog-vomito-de-palavras Thu, 07 Jul 2005 03:36:00 +0000 https://www.marianamachado.com/2005/07/07/blog-vomito-de-palavras/ Diário, livro de bordo, caderninho de bolso…  O Blog ultrapassou as suas definições denotativas e adquiriu conceito, versatilidade e interatividade (algo impossível sendo um simples caderno de bolso).Blog sob a minha ótica, descreve uma viagem poética ao interior da alma de cada indivíduo que isoladamente sentado sobre sua cadeira, frente-a-frente à sua tela, dotados de […]

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Diário, livro de bordo, caderninho de bolso… 

O Blog ultrapassou as suas definições denotativas e adquiriu conceito, versatilidade e interatividade (algo impossível sendo um simples caderno de bolso).
Blog sob a minha ótica, descreve uma viagem poética ao interior da alma de cada indivíduo que isoladamente sentado sobre sua cadeira, frente-a-frente à sua tela, dotados de toda intensidade e inspiração explode toda a sua ansiedade da vida moderna.

Mas o que é bloggar? Será realmente que a idéia de monólogo, diário, livro pessoal de poesias, será que este conceito ‘cola’? Acredito que tem tudo para isso. A Internet estava a ficar burra demais. Estávamos muito mecanizados e esquecidos da própria vida. Precisávamos voltar ao poético e emocional. As pessoas com o stress do dia-a-dia já não aliviavam suas tensões com conversinhas com desconhecidos. As pessoas estão realmente precisando olhar para dentro. Se auto-avaliar. Por isso, o Blog preenche os requisitos necessários de mais um produto bem calculado.

Mas como sempre, temos diversas correntes. Há os que dizem que o Blog tornará as pessoas ainda mais egoístas e presunçosas, característica acentuada por pós web e rotulará as novas gerações (rótulo pesado de se carregar) e ainda há outros que já estavam a ficar fartos em verem seres segundo eles ‘desinteressantes’ a falar coisas ‘insignificantes’ e que só olham para o próprio umbigo, mais ou menos como os intocáveis ‘Deuses do Olimpo’. Se olharmos por este último prisma fará muito sentido a palavra ‘BLOG’, ‘BLOGGAR’, ‘BLOGGER’ e toda a conjugação do verbo Bloggar, palavra complexa, substantivo e verbo, que só tem um aspecto e imagem, observando sua aplicação e fonética, BLOG = VÔMITO DE PALAVRAS.

Seja como for, temos que respeitar. Isto é o dos melhores conceitos e dos mais humanistas que trouxe a internet. Muitos dizem que as pessoas tornaram-se egoísta e que a internet deu origem a uma nova geração com conceitos deturpados, por outro lado que a internet (generalizando) e seus ‘bons frutos’ trouxe acesso a cultura, oportunidade de escolha, olhar para além da montanha, sair da caixa, formação de opinião e de novos e mais sólidos conceitos pessoais, capacitar para ouvir diferentes idéias e para além disso, o Blog assim como as comunidades virtuais trás um novo conceito, completamente diferente do que observamos no inicio da era web, trás o idéia de que devemos ser quem somos.
Para que mascaras? Vamos ‘viver’ as fantasias e na web podemos ser reais, transparecer sentimentos, emoções. Encare como quiser, mas para mim, não é um ‘Vómito de palavras’, por menos que o conteúdo seja substancial, temos que levar em consideração que são desabafos, deslizes, poesias, lembranças, são pessoas no seu pior e melhor momento.

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